domingo, 20 de novembro de 2011

1º Paixão


Me apaixonei pela primeira vez, já deve ter uns 2 anos, apesar de não ter sido como eu queria foi bom.
Foi na faculdade, eu o vi numa aula(no inicio de um semestre) e achei ele simpático e só me dei conta um mês depois que na verdade era colega de sala dele em três matérias, nos aproximamos viramos bons colegas, fazíamos trabalhos juntos, um tinha o número do outro... Mas só me dei conta que estava gostando dele quase no meio do semestre.
Eu gosto de olhar nos olhos das pessoas, principalmente enquanto converso, e com ele não era diferente, mas ele não era muito de retribuir com o olhar, porém depois que me dei conta do que sentia, tentei evitar ficar tão próximo dele pois sabia que ele tinha namorada.
No meio de toda está história surgiu um conflito na minha cabeça, não sei bem o porque mais algumas pessoas me acham uma pessoa de confiança e justamente isso que eu queria que ele sentisse, até que descobri que confiava em mim. Em uma conversa no meio de uma aula chata, ele simplesmente falou: “minha namorada as vezes esquece que ela é só minha namorada, não é minha mulher e que a minha família vem em primeiro lugar”, e não foi só isso algumas outras vezes ele demonstrou desinteresse ou indiferença pro que ela pensava ou queria, ele chegou a dizer que em alguns momentos só não acabava o relacionamento por causa da família dele e a dela, ambas são bem religiosas ao contrário dele(mas realmente nunca entendi muito bem o porque que ele se sentia preso nesse namoro). Nunca conheci a garota.
O que eu não contei foi que quando ele me falou essas coisas ele passou a olhar diretamente nos meus olhos, cheguei até a ficar sem graça, mas sempre demonstrei gostar de olhar nos olhos, tentei ignorar os olhares dele mais como passou a ser comum acabei não conseguindo deixar de me iludir.
Apesar da vontade, tinha receio de tomar uma iniciativa, pois além de eu ser tímido para isso também tem o fato dele estar comprometido. Mas gostava muito de vê-lo e de estar perto dele, teve uma época que íamos até nos sábados para faculdade, para “estudar”.
Com o fim do semestre, passei a refletir mais sobre o assunto, minha insônia(tenho desde novinho) não me dava trégua, e pensar em outra coisa ou conseguir me concentrar em algo era muito difícil. No início do semestre seguinte foi frustrante raramente nos víamos, eu sinceramente não sei se sou bom em esconder meus sentimentos ou se as pessoas ao meu redor não percebiam nada mesmo. O único dia que demonstrei minha tristeza na faculdade só uma “amiga” percebeu mais como eu disse que estava com saudades de alguém e que já iria ficar bem, ela tratou de mudar de assunto e ainda me pedir para ajudá-la em algo fútil que nem me recordo.
Vê-lo ficou muito raro e quando nos víamos mal conseguíamos nos falar sempre aparecia alguém para interromper, chamando ele ou eu. E depois disso só piorou, pois do semestre seguinte até hoje só o vi uma vez e de mãos dadas provavelmente com a companheira. Essa paixão durou um pouco mais de 1 ano, sofri um pouco mas na verdade gostei muito de ter me apaixonado, me ajudou a amadurecer.
Algo curioso em toda história, é que ele não tinha muito haver com as pessoas que despertam meu interesse. Ele era mais baixo que eu(tenho 1,79 e ele deveria ter entre 1,60 e 1,64), não tinha muita humildade, gostava de contar vantagens, pra ele tudo era fácil e simples, mas ele tinha várias qualidades, era bonito, educado, simpático, inteligente, honesto, …
O que me deixo chateado, foi o fato de perceber que eu enxergava muito bem os defeitos e qualidades dele, enquanto que várias pessoas fazem questão de dizer que a paixão cega, pode até cegar mais apenas aqueles que não querem ver a verdade!
Enfim, não fui feliz na minha primeira paixão, mas já superei isso, estou bem e a espera de outro amor, rsrs.






sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Queria ser, invisível!?!


Queria ser invisível para os preconceituosos, para os religiosos, para os ignorantes e para mim mesmo.
As vezes sinto a necessidade de chamar um pouco da atenção, de pessoas especificas (é claro), mas logo desisto pois se não chamo atenção destas pessoas do meu modo de ser é porque não somos “compatíveis”.
Ser invisível seria um sonho, mas de que iria adiantar? Eu iria me chatear do mesmo jeito e me cansar, e iria querer voltar a ser notado!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Idade



Ultimamente estive me observando e acabei percebendo detalhes que antes preferia não dar importância, mas acho que hoje isso já é inevitável. Estou sempre perto de pessoas com idade parecida com a minha e são poucas (poucas mesmo) as pessoas que me interessam, mas quando me vejo próximo as pessoas mais experientes é muito diferente, não sei explicar exatamente o motivo, mas acho que é porque o que mais me atrai seja: a maturidade, inteligência, carisma, profissionalismo, etc e essas coisas raramente se encontra nos mais novos.
As vezes me pego observando pessoas mais maduras trabalhando, conversando, ou estudando e percebo que só o fato deles demonstrarem ser mais experientes me passa uma segurança, uma tranquilidade, não sei bem o que é, sei que gosto desta boa imagem que percebo. Sinto um pouco de receio por não consegui interagir muito com jovens como eu, mas os acho muito imaturos, fúteis, sem conteúdo, extremamente superficiais, apesar de as vezes também me sentir assim (detesto isso) e praticamente não consigo me imaginar com alguém assim.
Tenho a impressão de que sou muito exigente, porém ao mesmo tempo só acho que tenho um gosto um pouco diferente da maioria e simplesmente prefiro pessoas mais vividas, não quero um novo pai ou um irmão mais velho, mas sinto que o que quero é alguém com uma imagem masculina forte, determinada, acima de tudo de respeito.

domingo, 30 de outubro de 2011

“Dedo podre”


Acho que realmente estava disposto a aproveitar melhor a vida e curtir o momento, mas a vida sempre nos reserva algumas surpresas.
Estava interessado em duas pessoas ao mesmo tempo, são pessoas que valem a pena tanto pelo que são como pela excelente forma física, esperava que desse certo pelo menos com um dos dois. Mas acho que tenho o “dedo podre”, pois descobri que ambos estão namorando e inclusive um deles está noivo, e sinceramente não estou afim de disputas, ser o outro ou ficar me iludindo.
Nossos olhares se correspondiam (ainda se correspondem), tínhamos papos agradáveis, um é meu colega da faculdade e o outro é um ex-instrutor da academia que agora vai lá malhar de vez em quando. Um deles já chegou até mesmo a me chamar para ir para uma festa com ele, mas como há anos que não vou a uma festa seria estranho ir justamente com um ex-instrutor meu, e como se não bastasse era um pagodão, eu não curto, alguns pagodes até acho engraçado mas não gosto, a não ser quando se refere a um pagode romântico aí ainda vai, mas o pagode baiano não (gosto de música que posso apreciar a letra, não tenho preconceito a ritmo, mas curto o conteúdo das músicas)!
Sinceramente estou tentando desencanar e esquecer a idéia de querer alguém, e deixar as coisas rolarem, quando surgi uma oportunidade vou tentar aproveitar.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Sentimento x Desejo


Estou cansado de olhar, me encantar, me sentir atraído e desejar...
Eu quero mais, quero sentimento, envolvimento, quero gostar, me sentir apaixonado e sentir também a paixão do outro...
Quero sentimento, quero uma coisa profunda, quero amar e ser amado, Mas chega de idealizar, quero viver o momento, quero viver feliz, chega de sonhar em um dia ser feliz.
Quero viver feliz, vou tentar viver o momento sem pensar no amanhã.


Felicidade para Nós!